lunes, 3 de mayo de 2021

Fwd: holocausto


Primer Museo Suramericano de Buenos Aires,
"Comandante Ernesto Che Guevara"
calle Rojas 129, esquina Yerbal, barrio Caballito (1405),
CABA - República Argentina
teléfono  5 3720744    móvil  15 38204473
face - Eladio González 
Vacunate contra el Corona Virus, usa barbijo y correctamente para que te cubra nariz y boca, mantené distancia preventiva, extrema la limpieza, educa en la prevención a tus hijos y a los hijos de los demás.  Doná sangre, células madre y órganos.  Se de los que AMAN y CONSTRUYEN.  No seas de los que ODIAN y DESTRUYEN. (José Martí, cubano, fué Cónsul de Argentina en Nueva York y corresponsal de nuestro argentino diario "La Nación".


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De: Ronald Barata <barataronald@gmail.com>
Date: dom, 26 ene 2020 a las 22:17
Subject: holocausto
To:


O HOLOCAUSTO
Amanhã, dia 27 de janeiro, completarão 75 anos que tropas do exército vermelho da União Soviética libertaram os prisioneiros de Auschwitz. Também quero homenagear essa data, que é feriado em Israel.
O Holocausto (shoah-como chamam os judeus), monstruosidades cometidas contra os judeus e outras minorias durante a Segunda Guerra Mundial, levou à morte 6 milhões de hebreus, além de ciganos, anões etc. Apenas nos campos de concentração de Auschiwitz, entre 1940/1945, foram exterminadas 1,1 milhão pessoas nos fornos crematórios, sendo quase um milhão de judeus, 21 mil ciganos, 74 mil poloneses, 15 mil soviéticos prisioneiros de guerra, deficientes físicos, anões etc. Muitos eram levados com vida para os fornos crematórios. Esse complexo de campos no sul da Polônia, região anexada pela Alemanha nazista, tinha, além do campo principal, o Auschwitz II-Monowitz, o Bierkenau e mais 45 campos secundários. E outros campos de extermínio como o de Treblinka e o de Sobibor.
No hospital do campo de Auschwitz, eram realizadas experiências em cobaias, usando bebês, gêmeos e anões, chefiadas pelo médico Josef Mengele. No dia 27 de janeiro de 1945, quando as tropas soviéticas conseguiram pôr fim às iniquidades, foram libertados 7 mil prisioneiros, todos doentes e alguns já moribundos. Essa data é reverenciada como o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto e é feriado em Israel. 
Organizações, algumas personalidades e alguns historiadores de extrema direita negam a existência do Holocausto, pois acham que os relatos sobre esse genocídio são uma farsa, para favorecer os judeus. Partidos de extrema direita em vários países, como o alemão AFD-Alernaive for Deutschland (Alternativa para a Alemanha), criado em 2013, enfatiza a não responsabilidade da Alemanha por esses crimes. O líder da extrema direita francesa, Jean-Marie Le Pen, diz que o holocausto foi um "detalhe da história". O movimento "Alt-Right", impregnado de ódio, nega o Holocausto e caçoa das homenagens do dia 27 de janeiro. O Alt-Right surgiu com muita força e se alastra pregando ódio, defendendo a supremacia dos brancos e perseguindo e pregando preconceito contra grupos, devido à raça, religião, deficiência ou qualquer diferença de origem dos defensores da organização, além de combater os direitos adquiridos por grupos desfavorecidos, como mulheres, negros e indios. Concebido e informalmente comandado por Steve Bannon, mentor e ideólogo itinerante de Donald Trump e Benajmin Netaniahu, que já influi decisivamente nos governos de Jair Bolsonaro, Orban (Hungria), Duterte (Filipinas) e Jaroslaw Kaczynski (Polônia).
Porém, a quantidade de relatos, documentos, filmes, depoimentos de sobreviventes etc, não deixam dúvida quanto ao maior genocídio da História. A denominada "solução final" nazista pretendia exterminar toda a população judaica europeia. Diversos atos xenófobos aconteciam na Europa, principalmente na França de Vichy (1940/1944), presidida pelo Marechal Henri Pétain (1856/1951), aliado de Hitler. Entre outros, a polícia francesa, em 1942, concentrou milhares de judeus em um estádio de ciclismo, o Velodrome d'Hiver, deportando todos para a Alemanha. Houve apenas uma sobrevivente, assassinada em abril/2018, aos 85 anos, na França, onde morava.
No dia 9 de novembro de 1938, o Alto Comando Nazista da Alemanha, com a participação de Adolf Hitler e de seu ministro Joseph Goebbels, executou o que vinha planejando há algum tempo: a denominada Noite dos Cristais, quando foram destruidas vidraças, janelas e vitrines. Com a participação da população, que aderiu, tropas de choque destruíram 7.400 casas e lojas, incendiaram ou demoliram 1.400 sinagogas e cerca de 100 judeus foram mortos. Trinta mil foram presos e enviados para os campos de concentração de Dachau, de Sachsenhausen e Buchenwald, onde morreram. Foi o início do genocídio contra os judeus.
Esses acontecimentos sensibilizaram todo o mundo, levando a apressar uma solucão para a situação dos judeus e da Palestina, que já vivia uma conjuntura de muita radicalização dos árabes, que não aceitavam a criação do estado judeu. 
Por outro lado, os sionistas criaram vários grupos de extrema direita, entre eles o denominado "LEHI-Lutadores pela liberdade de Israel" e algumas organizações terroristas como o "IRGUN" (Organização Militar Nacional na Terra de Israel) que, em setembro de 1948, praticou um atentado em um hotel em Jerusalem, que matou o conde sueco Folke Bernadote, indicado pela ONU como mediador entre o Estado de Israel e os países árabes.
No Brasil, a atuação abjeta do ex-Secretário de Cultura Roberto Alvim, elogiado pelo presidente da República como o melhor secretário de cultura que o Brasil já teve, às vésperas do dia de reverências às vítimas do Holocausto, não deixa dúvida quanto a índole do governo.
Em janeiro/2020 - RONALD SANTOS Ronald Barata  

Fwd: [Comité Internacional] Rusia: El acuerdo del siglo solo beneficia a Israel


Primer Museo Suramericano de Buenos Aires,
"Comandante Ernesto Che Guevara"
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face - Eladio González 
-
 Rusia: El acuerdo del siglo solo beneficia a Israel
Rusia: El acuerdo del siglo solo beneficia a israel

El canciller de Rusia, Serguéi Lavrov, en una reunión en Moscú, la capital, 3 de febrero de 2020. (Foto: AFP)

Rusia denuncia que el "acuerdo del siglo" para supuestamente solventar el conflicto palestino-israelí solo prevé concesiones unilaterales en beneficio de Tel Aviv.

"Las propuestas estadounidenses prevén solucionar todos los problemas claves en torno al 'estatus definitivo' de los territorios palestinos —fronteras, asentamientos, Jerusalén Este y refugiados— mediante concesiones unilaterales a favor de Israel", ha denunciado el canciller ruso, Serguéi Lavrov.

El ministro del país euroasiático, en una entrevista con el diario italiano La Stampa publicada este lunes, ha denunciado que el "llamado acuerdo del siglo de EE.UU." ignora la base jurídica internacional de las resoluciones del Consejo de Seguridad de la Organización de las Naciones Unidas (CSNU) y de la Asamblea General de la ONU (AGNU) para solventar el conflicto palestino-israelí.

El polémico "acuerdo del siglo" de EE.UU., anunciado el pasado 28 de enero por el presidente estadounidense, Donald Trump, ignora todos los derechos de los palestinos, pues, entre otras concesiones ofrecidas por Washington a su aliado israelí, establece que Al-Quds (Jerusalén) pasará a ser la "capital indivisible" de Israel, reconoce la soberanía de Israel sobre el Valle del Jordán y los asentamientos ilegales en la ocupada Cisjordania, y exige un Estado palestino desmilitarizado.

En este contexto, el canciller ruso repite que el plan de Trump es un intento de resolver "en un dos por tres" la situación, pero en el mundo actual no es el camino adecuado para mejorar las relaciones entre israelíes y palestinos. Insiste en que los problemas en torno al caso palestino solo se solucionarán con los esfuerzos de las dos partes en lid.

También ha llamado a un acompañamiento internacional equilibrado e imparcial del proceso para llegar a la paz en la región y que se podría concretar, según Lavrov, organizando unas negociaciones multilaterales.

La iniciativa anti-Palestina ha desatado una ola de protestas en diversos países, así como en foros y grupos internacionales. De hecho, desde la Organización de las Naciones Unidas (ONU), Amnistía Internacional (AI) y la Liga Árabe (LA) han rechazado este plan, argumentando que viola los derechos legítimos de los palestinos y el derecho internacional.

nlr/mkh/nii/

 

https://www.hispantv.com/noticias/rusia/449373/lavrov-acuerdo-siglo-trump

 

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domingo, 2 de mayo de 2021

Fwd: Presentación de libro sobre Malvinas


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De: Eladio González <eladiogonzaleztoto2@gmail.com>
Date: dom, 2 may 2021 a las 19:00
Subject: Fwd: Presentación de libro sobre Malvinas
To: Mario Silva Arriola 2017 <mariosilvanor@gmail.com>, Eladio Gonzalez <museocheguevara@fibertel.com.ar>, Eladio González <eladiogonzaleztoto2@gmail.com>, Museo Perlotti Darío J. Klehr <darioklehr@hotmail.com>, Irene Perpiñal <irenecuba@hotmail.com>, Susana Espinosa equi1 <gloriasusanae@hotmail.com>, eduardo torres CABALLITO REGALADO ca1 <caballitoregalado@yahoo.com.ar>


Por favor quien tenga el correo electrónico de Toto Evangelista del Bar el Buzón que le reenvíe esta información. muchas gracias.  Eladio González  
Primer Museo Suramericano de Buenos Aires,
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De: Gustavo Placer <gustavo.placer@ach.ohc.cu>
Date: dom, 2 may 2021 a las 13:13
Subject: Presentación de libro sobre Malvinas
To: <"Undisclosed-Recipient:;"@relay-out.ohc.cu>


 
Estimad@s Amig@s y Colegas:
Mi más cordial saludo.
Les informo de la presentación el próximo martes (4 de mayo) vía on-line. en la Argentina, de mi libro "Conflicto Malvinas. Una visiòn desde Cuba".
Atentamente
 
Gustavo Placer Cervera
 
 
Les paso a continuación la información que me envió la Editorial Acercándonos acerca de la presentación 
 
 
La presentación del libro se efectuará el martes 4 a las 18 hs. de Argentina (17 hs. en Cuba).
 
Se va a  usar streamyard, que es una plataforma de transmisión en paralelo a varios canales) si se le dificulta podemos usar también meet. Los canales que usamos son los de la Editorial:
Facebook: Acercándonos CulturaTwitter/Periscope: @mcacercandonos  y You Tube: Acercándonos Cultura ; e-mail: acercandonosediciones@gmail.com

Los panelistas que lo acompañaran serían 4, Juliana Marino, ex-embajadora argentina en La Habana, Blasa Reyes, compañera que milita en familiares de excombatientes, su hermano murió en Malvinas; Guillermo Carmona, exdiputado nacional (2015-2019)  y presidente de la comisión de asuntos internacionales, actualmente es Presidente del Instituto de Ayuda Financiera para Pago de Retiros y Pensiones Militares (IAFPRPM), Edgardo Esteban, ex combatiente y actualmente es Director del Museo Malvinas e islas del Atlántico Sur. El moderador será Fernando Roperto editor del sello.



 

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sábado, 1 de mayo de 2021

Fwd: REGALO PARA LA JUVENTUD CUBANA.


Primer Museo Suramericano de Buenos Aires,
"Comandante Ernesto Che Guevara"


calle Rojas 129, esquina Yerbal, barrio Caballito (1405),
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face - Eladio González 
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De: Froilan y Adys <froilan@cubarte.cult.cu>
Date: lun, 5 abr 2021 a las 0:49
Subject: RV: REGALO PARA LA JUVENTUD CUBANA.
To: Eladio González <eladiogonzaleztoto2@gmail.com>


 

 

UN REGALO PARA LA JUVENTUD CUBANA. FRAGMENTOS DEL POEMA "ELOGIO PARA UNA ISLA ANTILLANA" PUBLICADO EN 1948 POR EL POETA GUANTANAMERO DE PIEL BLANCA ERNESTO MATUTE, DADO A CONOCER AMPLIAMENTE POR LA EMINENTE DECLAMADORA DE SANTIAGO DE CUBA DE PIEL NEGRA Y RESIDENTE EN NUEVA YORK EUSEBIA COSME E INMORTALIZADO POR EL MESTIZO SANTIAGUERO LUIS CARBONELL, CONSIDERADO EL ACUARELISTA ANTILLANO. TODOS SOMOS CUBA Y  ORGULLOSOS DE SERLOS. VIVA LA JUVENTUD MARTIANA Y FEDELISTA. UNIDOS VENCEREMOS.

 

(Fragmentos)



Traigo mi Isla debajo del brazo
Y todos me preguntan:
¿Es un cocodrilo verde?
Yo digo que sí. Y, me sonrío.
Eternamente verde,
Crucero entre las dos Américas,
mi Isla es una gota de esmeraldas
ceñida por los mares
y en ella baja a prolongarse el cielo.
……………………………………
Mi Isla tiene un verde limpio
La Luna baja a sus riachuelos
a lavarse la cara
y a perfumarse el pelo.
En los frescos valles de mi Isla
Hay fuego de perfumes
Y éxtasis de románticas palmeras
……………………………………
Nuestra criolla sí. Sabe el ungüento
de la palabra dulce
y prestigia el amor en sus caderas.
Te da un beso, y suspira. Te da otro,
y se entrega,
pero en el hilo de la voz callada
palpita la ancha voz del Universo.
¿Cuánto vale tu Isla? Pues mira
para los que nacimos en ella
casi no vale nada,
pleitamos sin razón y sin sentido
y cualquiera se adueña de la tierra.
Para mí vale más que las glorias de España
y que el oro del Norte
N i la abandono, ni la insulto, ni la vendo.
Traigo mi Isla debajo del brazo
y a nadie se la entrego.
¡Quién ha visto que un hombre con orgullo
quiera vender su cocodrilo verde!

(Vientos de Proa, 1948)

 

 

 

De:

miércoles, 28 de abril de 2021

Fwd: Colaboración


Primer Museo Suramericano de Buenos Aires,
"Comandante Ernesto Che Guevara"


calle Rojas 129, esquina Yerbal, barrio Caballito (1405),
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De: JuanM Pantaleon <juanmpantaleon@gmail.com>
Date: dom, 18 abr 2021 a las 18:17
Subject: Fwd: Colaboración
To: Boris <pantaleon2006@gmail.com>, Anita María Suárez <amisa@cim.uh.cu>


Ideas acerca de ^virus, y casualidades^; __y de ^quién creó a quién^ en el decursar históricos de lo que convencionalmente ^hemos llamado Naturaleza^: 
indudablemente, al leerlas, me hizo memorizar algo de André Voisin, __sabio francés que tanto ayudó a Cuba en la investigación referida a los suelos, los fertilizantes y la ganadería__, quién en una Conferencia con estudiantes anotó con su tiza en el pizarrón de un aula universitaria: 
"lo que sabemos, es el punto que he marcado; y lo que no conocemos, es todo el espacio restante de la pizarra".

Enhorabuena...!

PANTA
18.4.21.

🌱♥️♥️♥️ 🇨🇺 ♥️♥️♥️🌱




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De: Jorge Gomez Barata <jgomezbarata1946@gmail.com>
Date: dom., 18 de abril de 2021 7:36 a. m.
Subject: Colaboración
To: Abdón <abdon789@aol.com>


COVID + DIALÉCTICA DE LA NATURALEZA Y LA CIENCIA
                                           (I)

      Jorge Gómez Barata

Conservo en mi memoria, como una valiosa adquisición científica la
afirmación de que: "La vida y la vida inteligente son posibles debido
a una infinita sucesión de casualidades…"

Ya sea que se acepte la tesis de que Dios creó al hombre y a la mujer,
o la teoría de Darwin, habría que admitir que, de haber aparecido en
los momentos críticos de la creación o la evolución, cualquiera de los
virus letales conocidos después, los precursores de la humanidad
hubieran perecido en el debut. Si las circunstancias que sesenta y
cinco millones de años atrás eliminaron a los dinosaurios, se hubieran
repetido hace unos 800.000 cuando por las selvas africanas vagaban los
primates cuya evolución condujo al homo sapiens, los resultados
hubieran sido catastróficos.

La pareja con la cual el Creador comenzó el linaje humano, así como
las manadas de simios ancestrales, y las hordas, clanes y tribus
formadas por los primeros humanos, eran poco numerosas y
extremadamente vulnerables a cualesquiera de las enfermedades que
después ha padecido la humanidad. La explicación de su supervivencia
se debe a la acción divina (Dios lo quiso), a una extraordinaria
capacidad para desplegar eficaces estrategias de supervivencia y
reproducción y a una magnífica buena suerte. Lo más probable es que se
trate de una combinación dialéctica de todas ellas.

Ni la evolución ni la creación dotaron a la especie humana de todas
las herramientas necesarias para sobrevivir a una enorme diversidad de
factores adversos, algunos incluso provenientes del interior de su
organismo, entre ellos las enfermedades genéticas, las malformaciones,
los accidentes y las trampas de herencia, carencias ventajosamente
suplidas por la inteligencia necesaria para crear protecciones y
respuestas eficaces, entre ellas los conocimientos médicos, los
medicamentos, incluidas las vacunas, así como las prótesis y las
tecnologías. Algunos remedios son eficaces y definitivos otros
paliativos.

Un biólogo me corrigió en el sentido de que no podemos saber si tales
enfermedades u otras igualmente letales existieron o no en el Jurásico
y cuáles fueron sus efectos, entonces como hoy en la naturaleza opera
la selección natural y, por lo que se sabe las personas que no
enferman o sobreviven en las grandes epidemias siempre son más, muchas
más, de las que enferman o perecen, de modo que siempre existieron
defensas naturales y reacciones positivas del organismo humano.

La momia de un niño fallecido de viruela en 1654, en Vilna, Lituania,
ha permitido analizar trazas del virus de la enfermedad que prueban
que la misma lleva apenas unos siglos con los humanos y no milenios
como alguna vez se creyó. Según la revista Current Biology, la cepa de
la viruela encontrada en aquella criatura, es la madre y antecesora de
todas las demás. Otros misterios sin develar son: dónde surgió ese
virus y qué animal lo transmitió a los humanos.

La naturaleza es perfecta, no porque contengan todos los bienes y
todos los equilibrios, sino porque de ella emergió el hombre cuyo
talento y bondad completan la obra. No hay desafíos que no puedan ser
vencidos. La COVID-19, como antes lo fueron la viruela, la
poliomielitis y más recientemente las hepatitis virales, serán
derrotadas por la inteligencia. Allá nos vemos.

18/04/2021

El presente artículo fue pubicado por el diario !Por esto! Al
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Primer Museo Suramericano de Buenos Aires,
"Comandante Ernesto Che Guevara"


calle Rojas 129, esquina Yerbal, barrio Caballito (1405),
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De: Jorge Araya <siemprepelusa@hotmail.com>
Date: mar, 27 abr 2021 a las 22:19

 

PRIMAVERA CON UNA ESQUINA ROTA

 

15.12.1976:

 

         Es detenido, violentamente, en las inmediaciones de la Plaza Egaña, Fernando Ortiz Letelier, quién ejercía, en ese momento, como Secretario General del Partido Comunista, tras la caída de gran parte de la dirección clandestina de ese Partido, ocurrida meses antes.

         Fernando fue conducido al Cuartel Simón Bolívar, un centro de exterminio de la DINA, porque de allí nadie salió vivo y del cual se tuvo conocimiento, recién a comienzos del año 2007, gracias a las confesiones de Jorgelino Vergara, alias 'El Mocito', auxiliar directo de Manuel Contreras.

         'El Mocito' fue entrevistado por el periodista investigador Javier Rebolledo, quién incluye en uno de sus libros el siguiente testimonio:

 

"Ese mismo día le tocó el turno al profesor universitario que, después supo, se llamaba Fernando Ortiz Letelier. También, fue intenso. Lo torturaron en el casino, mucho. El pasaba por el lado y los veía dándole. La última vez lo sacaron del calabozo al gimnasio. Amarrado a una silla, lo golpearon por todos lados. Con palos. Le quebraron una canilla. El hueso blanco y astillado a la vista. Sangraba mucho. Caía de la silla y lo levantaban. Después, le sacaron la ropa. Parecía muy educado, le llamó la atención que, a pesar del dolor, no dijo ni un solo garabato. Sólo gritos y palabras, pero nada de insultos, no como otros, que se deshacían en improperios contra los agentes, mientras los torturaban o les estaban ya quitando la vida".

 

         La mayoría de las personas confinadas en el Cuartel Simón Bolívar fueron torturadas hasta morir; sus cadáveres fueron empaquetados en sacos de arpillera, a los cuales se ataban un trozo de riel de ferrocarril, embarcados en un helicóptero y arrojados a las profundidades de las aguas del Océano. En cambio, los restos de Fernando Ortiz y otro compañero, Horacio Zepeda, fueron llevados a la Cuesta Barriga, arrojados al fondo de una mina abandonada y sus cadáveres incinerados con cal.

 

         El Servicio Médico Legal logró identificar los restos de Fernando, tras pericias que se prolongaron durante once años, y fueron sepultados el año 2012, en el Memorial de los Detenidos Desaparecidos del Cementerio General.

         Fernando Ortiz Letelier es el abuelo materno de Javiera Parada.

 

29.03.1985. 8.30 horas.

 

         Ese día viernes, el sociólogo José Manuel Parada y el profesor Manuel Guerrero se encontraban conversando en las afueras del Colegio Latinoamericano, situado en Avenida Los Leones, adonde habían ido a dejar sus hijos.

 

         De pronto, se detuvo un automóvil, del cual descendieron varios individuos. Los golpearon y secuestraron, introduciéndolos al vehículo, que escapó rápidamente. Un profesor, que intentó intervenir, recibió un disparo en el abdomen. La acción contó con la colaboración de carabineros que desviaron el tránsito y de un helicóptero evolucionando en el aire, mientras tenía lugar la captura.

 

         Un día antes, había sido secuestrado, desde sus oficinas en el centro de Santiago, el publicista Santiago Nattino, quién siguió la misma suerte que José Manuel y Manuel. Todos eran militantes del Partido Comunista.

 

         Las autoridades de gobierno negaron cualquier participación en los hechos y el almirante José Toribio Merino se permitió atribuir el crimen al Partido Comunista.

 

         Las investigaciones judiciales, efectuadas posteriormente, confirmaron que los tres secuestrados fueron llevados al cuartel de la DICOMCAR, ubicado en calle Dieciocho, lugar donde los tres sufrieron severas torturas.

 

         Al día siguiente, en la madrugada del sábado 30, fueron llevados en vehículo hasta Quilicura, donde los tres profesionales fueron degollados, uno tras otro, tras ser obligados a permanecer acostados boca abajo con sus manos esposadas a la espalda. Sus cuerpos quedaron abandonados entre unos matorrales, y encontrados en horas de la tarde por dos campesinos.

 

         Por una coincidencia increíble. Ese mismo día, en función vespertina, el Teatro Ictus presentaba una obra titulada Primavera con una Esquina Rota, adaptación teatral basada en una novela del autor uruguayo Mario Benedetti, que relata la historia de un padre exiliado cuyo hijo es un preso político.

 

         El actor Roberto Parada, padre de José Manuel Parada, era el protagonista principal de la obra, representando justamente al padre cuyo hijo está detenido. La obra había comenzado, cuando, durante el entreacto, llegó al Teatro la noticia del hallazgo del cadáver de José Manuel. Vino Soledad, la propia hija de Roberto, para dársela a conocer.

 

         La conmoción fue generalizada. Actores, tramoyistas, boleteros, funcionarios de servicio, reaccionaron con estupor ante semejante horror. También, entre el público asistente comenzó circular la terrible noticia.

 

         Nissan Schafik, director del Teatro, resolvió suspender la presentación; pero, Roberto Parada se opuso manifestando: "La función debe continuar". En medio de un clima generalizado de emociones contenidas, se da inicio al segundo acto, que comienza con una escena en la que el personaje interpretado por Roberto Parada dice el texto de la obra, que coincide desgarradoramente con lo que él mismo estaba sufriendo:

 

"Cuando revientan a un militante, como fue el caso de mi hijo y arrojan a su familia al exilio involuntario… ¡Desgarran el tiempo! ¡Trastruecan la Historia! No sólo para ese mínimo clan, sino que corrompen los cimientos de toda la sociedad".

 

         Las emisoras de radio comenzaron a informar que, en ese momento, tenía lugar una representación en el Teatro Ictus, donde actuaba el padre de José Manuel, motivando el arribo de una verdadera multitud, ansiosa por expresarle su solidaridad. Muchos se fueron situando en los pasillos laterales, más tarde colmaron el pasillo central, mientras otra verdadera multitud aguardaba en el hall de ingreso a la Sala.

 

Finalizada la obra, Roberto Parada se dirige a los asistentes que abarrotaban el teatro y sus pasillos, en un murmullo, confundido en llanto y solidario dolor, y dice:

 

"Dedico esta función a mi precioso hijo".

 

         Estalla un aplauso interminable, mezclado con gritos de ira y de angustia. Nadie podía contener las lágrimas. Todos se abrazaban entre si ¡Qué sensación de impotencia y de ira ante tanta barbarie!

Roberto Parada es el padre de José Manuel Parada y abuelo paterno de Javiera Parada.

 

29.03.1985. 18.00 horas.

 

         Desde hace varias horas, una muchedumbre iracunda se ha apostado en las afueras de Instituto Médico Legal, adonde fueron conducidos los cadáveres de los tres profesionales militantes comunistas degollados. Se multiplican los gritos, reclamando la verdad de lo ocurrido.

 

         Finalmente, cerca de las ocho de la noche, un funcionario menor aparece en las puertas del Instituto. Se observa muy nervioso e informa, en voz baja, que dos de las víctimas corresponden a Parada y Guerrero, el tercero es un NN de sexo masculino, aún no identificado.

 

         Estalla un clamor iracundo de la muchedumbre. Muchos se abrazan, sin poder contener el llanto. Algunos intentan forzar las puertas de la Institución.

 

         Y, entonces. se alza la voz angustiada de Estela Ortiz, esposa de José Manuel Parada, imponiendo un silencio respetuoso de la muchedumbre. Afortunadamente, existe un registro de dichas palabras, inolvidables, desgarradoras, que reproduzco a continuación:

 

"Hace ocho años detuvieron a mi padre, que está desaparecido. Hoy día me mataron mi marido. Me dejan con cuatro niños. Con Javiera, con Camilo que tiene ocho años, Juan José que tiene seis años, y Antonio que tiene un año ocho meses. Se llevaron a mi padre y han matado a mi marido. Sepan bien cada uno de ellos que van a pagar cada uno estos crímenes, no les quepa duda… Hasta que me quede la última gota de sangre los voy a vengar. No quiero que más gente sufra lo que yo he sufrido. Esto es demasiado terrible. ¡Tenemos que cambiar este país, de una vez por todas! ¡Hasta cuándo siguen dialogando con los asesinos! ¡Hasta cuándo siguen matando a nuestro pueblo! ¡Hasta cuándo permitimos tanta, tanta matanza, tanto crimen, tanta tortura en este país! ¡Hasta cuándo! ¡Chileno, compañero, compatriota, por favor, levántate, no aguantes que nos sigan matando a nuestra gente! ¡Por favor, por favor, exijamos justicia de una vez por todas!".

 

         Al término de este impactante mensaje, cae desvanecida.

 

No olvidaré jamás este grito desgarrador: ¡Hasta cuando… hasta cuando!

 

Estela Ortiz es la madre de Javiera Parada.

 

12.12. 1985: Nace Manuela Piña Lawner, mi nieta, que lleva ese nombre en homenaje a José Manuel.

 

         Esta reflexión, que reproduce días de impotencia y de dolor ante tanta crueldad, fue escrita el 27 de Abril de 2021 por Miguel Lawner, quién junto a su esposa Anita, sus hijos Andrés y Alicia y su nieta Manuela, han luchado toda su vida porque nunca más en Chile vuelva a existir alguna Primavera Con Una Esquina Rota.

Escena del funeral de José Manuel. De izquierda a derecha: Sergio Bushman, Soledad Parada, Roberto Parada, María Maluenda, esposa de Roberto, Estela Ortiz, NN y el actor José Secal, tío de Javiera.

 

Enviado desde Correo para Windows 10

Asunto :museo revista asi
Para :'Toto yo Eladio mus1' <eladiogonzaleztoto@gmail.com>, Museo del Che mus1 <museocheguevara@yahoo.com.ar>
dom, 24 de nov de 2013 12:29
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Publicado en la Revista ASI  del 9 de Octubre de 1998.





(A todo color carilla completa, con seis fotos,  una muestra la barra del
museo con la bandera cubana gigante y los grandes cuadros de Gardel y el
Che Guevara de Terribili.

Otra el jeep con Fidel y Camilo y los guerrilleros encima, otra la
escultura tamaño natural de Carlos Baños con metralleta y pistolera al
cinto, otra el Che Guevara tomando una fotografía con una cámara de
negativo grande, y otra un dibujo sobre Guevara hecho por la señora
Rozanes. Otra los siete mil kilos embalados en cajas que la Aduana no
permitía enviar a Cuba.)



Primer Museo Sudamericano del Comandante Guevara



RESCATANDO AL CHE    quince mil personas vieron la muestra y donaron ropa
y alimentos al pueblo cubano.



"En mi casa tengo el poster de todos ustedes.  Firmado:  El Che".



Quince años atrás esa frase solía aparecer como graffiti en las paredes
porteñas sintetizando la influencia en la juventud que Ernesto Guevara
alcanzaba como leyenda.  Miles de adolescentes en efecto revestían sus
cuartos con imágenes de ese argentino símbolo de la Revolución Cubana
fusilado en Bolivia el 9 de octubre de 1967.



Hoy los interesados en conocer algo de la historia del médico rosarino que
hizo una epopeya romántica de la guerra de guerrillas tienen la
oportunidad de hacerlo en Buenos Aires, en el barrio de Caballito, en
Nicasio Oroño 458, donde está el Primer Museo Sudamericano del Comandante
Che Guevara, que abre sus

Puertas gratuitamente cada sábado, domingo y feriado de 17 a 22 horas.  El
museo fue creado hace dos años por iniciativa del historiador Eladio
"Toto" González, que recopiló fotografías, pertenencias, cuadros,
maquetas, estampillas, libros y otros objetos afines con la vida, de quien
fuera ministro de Industrias y Canciller de Cuba. Las autoridades cubanas
además, enviaron algunas piezas como colaboración.  El Gobierno Autónomo
de la Ciudad de Buenos Aires lo declaró de Interés de la Ciudad y por otro
lado figura en los folletos distribuídos por la Dirección de Turismo.

El lema del museo es Chau Bloqueo y buena parte de los elementos en
exhibición fueron donados por los visitantes, a sabiendas de que asistir a
la muestra puede no ser simplemente un reflejo de la curiosidad ó del
interés histórico sino una forma de adherir a una causa solidaria, cual es
la de contribuir a un pueblo americano tradicionalmente leal con el
argentino al que la política de los Estados Unidos, criticada por el
noventa y ocho por ciento de las naciones del mundo, está haciendo padecer
una cuota importante de sacrificio adicional sólo por pretender ser
coherente con un ideal de libertad.  Por algo quince mil personas han
visitado el museo en un puñado de meses.  Porque más allá de cuestiones
ideológicas, hoy definitivamente obsoletas, la gente quiere ayudar al
prójimo y aún más cuando reconoce que es víctima de injusticias.  Entre
tanto, "allí se queda la clara, la entrañable transparencia, de tu querida
presencia…."



Recuadrado y a otro color con foto correspondiente a las cajas de cartón
con donativos.



La aduana demora las donaciones



Desde la fundación del museo, cientos de argentinos decidieron donar
espontáneamente objetos de todo tipo para ser enviados a Cuba, pero las
trabas aduaneras existentes en nuestro país impidieron que el traspaso se
concretara.

La casa se constituyó en centro de recepción de donaciones y las cerca de
5 toneladas de libros, cuadernos, lápices, calzado y juguetes no pudieron
ser enviados hasta el momento hacia la isla por motivos burocráticos.   La
Aduana argentina exige discriminar en formularios, cada uno de los
objetos, como si fuera una exportación comercial, trámite que lleva meses
realizar.   Fin.
Primer Museo Suramericano de Buenos Aires,
"Comandante Ernesto Che Guevara"


calle Rojas 129, esquina Yerbal, barrio Caballito (1405),
CABA - República Argentina
teléfono  5 3720744    móvil  15 38204473
face - Eladio González 
Vacunate contra el Corona Virus, usa barbijo y correctamente para que te cubra nariz y boca, mantené distancia preventiva, extrema la limpieza, educa en la prevención a tus hijos y a los hijos de los demás.  Doná sangre, células madre y órganos.  Se de los que AMAN y CONSTRUYEN.  No seas de los que ODIAN y DESTRUYEN. (José Martí, cubano, fué Cónsul de Argentina en Nueva York y corresponsal de nuestro argentino diario "La Nación".