domingo, 6 de mayo de 2007

Niños - un ladrillo para ellos

Al oeste de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires, en el conurbano bonaerense, en la ciudad de Merlo, una Organización No Gubernamental (ONG) llamada: Unión Vecinal Cóndor, por intermedio de su presidente y secretaria, José Luís Romano y Marisol Vásquez respectivamente, y todos/as los/as integrantes están por comenzar a realizar un hogar de transito para los chicos que viven en la calle, debido a la nula acción del gobierno local, provincial y nacional, con este tema que nos duele y perjudica a todos/as.
La determinación de realizar esto pasó por la delicada situación que los pibes están a la intemperie, no tienen un lugar físico en donde poder pasar la noche, tener un plato de comida, poder darse un baño y cambiar la ropa.
para poder concretar este sueño de una infancia feliz para todos/as, sin importar la condición social, es necesario recurrir a la gente i/o empresa para que colaboren con dicha institución. ya que la misma no cuenta con ningún tipo de recursos y mucho menos de apoyo de nadie.
"UN LADRILLO POR UN PIBE" es el nombre simbólico que les dieron a este proyecto, cuentan con el espacio físico pero no con la infraestructura, es necesario la colaboración de todos/as para poder empezar las obras lo mas rápido posible, por este motivo la campaña se va a realizar en las escuelas de la zona, otras ONG y en todos los ámbitos que se pueda difundir esta actividad.
Se necesita, además de ladrillos, cemento, cal, arena, varillas de hierros, puertas, ventanas, inodoros, vides, duchas, caños de luz, cables eléctricos, en principio.
para mas adelante lo que se tiene que conseguir son: camas, sabanas, frazadas, almohadas, toallas, ropa, calzado, utensilios de cocina, y alimentos no perecederos.
los/as integrantes de la Unión Vecinal Cóndor, agradece desde ya la difusión de este proyecto y la colaboración de todos/as las personas que piensan, igual que nosotros/as "que los pibes son lo mejor que tenemos y que debemos ayudarlos y salvarlos de esta situación denigrante y de precariedad que están padeciendo."
desde ya muchas gracias.

para poder contactarnos: ,
teléfono: (0220) 4001556

Televisión comunitaria - texto en inglés

Community Television in Argentina:
Ágora TV, a Window for Liberation
By Marie Trigona
Never before in Latin America's history has media ownership been concentrated in the hands of so few. Despite legal challenges, over the past decades groups have emerged that produce alternative and independent media for television, radio, and video to counter mass media's misinformation.
A citizen-led TV station strengthens coordinating efforts, knowledge sharing, and improves the self-esteem of citizens. Ágora TV is doing just that—building a space for exhibition and interaction to motivate organizations and social movements to tell their own stories with video. Ágora TV is a community television production collective that currently broadcasts over the internet. The project reaches a global audience of grassroots activists and citizens tired of status quo media. The site features video productions from all over Latin America dealing with issues including labor conflicts, social movements, indigenous struggles, and experimental video art. The Buenos Aires-based video collective Grupo Alavío built the website (www.agoratv.org) in 2006 as an organizing tool and alternative media space for groups that would not otherwise have access to the airwaves.
This redefined space for independent media has three vital functions: disseminating alternative information, providing a space for popular voice, and building community. Alavío uses the camera as a political organ and as a tool to reflect the subjectivity of the working class, which the protagonists in the films adopt and use to organize.
Marie Trigona forms part of Grupo Alavío and writes regularly for the IRC Americas Program (online at americas.irc-online.org). She can be reached at mtrigona@msn.com.
See new IRC article online at:
http://americas.irc-online.org/amcit/4173
With printer-friendly pdf version at:
http://americas.irc-online.org/pdf/series/0704agoratv.pdf

Portugués idioma de Fidel

Reflexões de Fidel Castro: O que se impõe de imediato é uma Revolução
Energética

Havana, 01.05.07 (acn)Reflexões de Fidel Castro: O que se impõe de
imediato é uma Revolução Energética

Nada me anima contra o Brasil. Para não poucos brasileiros que não
cessam de martelar argumentos sobre uma coisa ou outra, capazes de
confundir as pessoas tradicionalmente amigas de Cuba, pareceríamos
inconvenientes, aos que não lhes importa prejudicar a receita íntegra
de moeda estrangeira desse país. Para mim, guardar silêncio seria optar
entre a idéia de uma tragédia mundial e um suposto benefício para o
povo dessa grande nação. Não culparei Lula nem os brasileiros pelas
leis objetivas que regeram a história de uma espécie. Apenas
transcorreram sete mil anos desde que o ser humano deixou rastos
palpáveis do que chegou a ser uma civilização imensamente rica em
cultura e conhecimentos técnicos. Seus avanços não foram logrados ao
mesmo tempo, nem no mesmo lugar da geografia. Pode se afirmar que
devido à aparente imensidade de nosso planeta, em muitos casos não se
conhecia a existência de uma ou outra das civilizações. Jamais, durante
milhares de anos o ser humano viveu em cidades de vinte milhões de
habitantes como São Paulo ou Cidade de México, ou em comunidades
urbanas como Paris, Madrid, Berlim e outras que vêm transitarem trens
sobre estradas de ferro e colchões de ar a velocidades de mais de 400
quilômetros por hora. Na época de Cristóvão Colombo há apenas 500 anos,
algumas dessas cidades não existiam ou suas populações não
ultrapassavam a cifra de varias dezenas de milhares de habitantes.
Nenhuma consumia um quilowatt para iluminar seus lares. Talvez,
naquela altura, a população do mundo não ultrapassava os 500 milhões
de habitantes. Sabe-se que em 1830 alcançou o primeiro bilhão (109),
cento e trinta anos depois se triplicou, e quarenta e seis anos mais
tarde a soma dos habitantes do planeta elevou-se a 6,5 bilhões, na
imensa maioria pobres, que devem partilhar os produtos alimentares com
os animais de estimação e de agora em diante com os biocombustíveis.
Então a humanidade não contava com os avanços da computação e os meios
de comunicação atingidos atualmente, embora já tivessem explodido as
primeiras bombas atômicas sobre duas grandes comunidades humanas, o que
constituiu um terrível ato de terrorismo contra a população civil
indefesa, por razões estritamente políticas. Hoje o mundo conta com
dezenas de milhares de bombas nucleares cinqüenta vezes mais poderosas,
com portadores várias vezes mais velozes do que o som e de uma precisão
absoluta, com as quais nossa sofisticada espécie pode
auto-destruir-se. No fim da segunda Guerra Mundial que livraram os
povos contra o fascismo, surgiu um novo domínio que se apoderou do
mundo e impôs a atual ordem absolutista e cruel. Antes de viajar Bush
ao Brasil, o chefe do império estabeleceu que o milho e outros
alimentos seriam a matéria-prima requerida para produzir
biocombustível. Por sua vez Lula declarou que a partir da
cana-de-açúcar, o Brasil poderia fornecer o que for preciso; via nessa
fórmula o porvir para o Terceiro Mundo e o único problema pendente de
solucionar seria melhorar as condições de vida dos trabalhadores
canavieiros. Estava consciente mesmo, e assim o declarou, que os
Estados Unidos da América, pela sua parte, deviam suspender as
barreiras alfandegárias e os subsídios que afetam a exportação do
etanol aos Estados Unidos da América. Bush respondeu que as tarifas e
os subsídios dos agricultores seriam intocáveis em um país como os
Estados Unidos da América, primeiro produtor mundial de etanol a base
de milho. As grandes multinacionais norte-americanas produtoras desse
biocombustível, que investem aceleradamente dezenas de bilhões de
dólares, exigiram do chefe do Império a distribuição no mercado
norte-americano de não menos de trinta e cinco bilhões (359) de galões
desse combustível, anualmente. Entre tarifas protetoras e subsídios
reais a cifra por ano seria de quase 100 bilhões de dólares. Insaciável
em sua demanda, o Império tinha lançado ao mundo a palavra de ordem de
produzir biocombustíveis para liberar aos Estados Unidos da América, o
maior consumidor mundial de energia, de qualquer dependência exterior
em matéria de hidrocarbonetos. A história demonstra que a mono-cultura
canavieira esteve ligada estreitamente à escravidão dos africanos,
arrancados pela força de suas comunidades naturais e deslocados para
Cuba, Haiti e outras ilhas do Caribe. No Brasil aconteceu exatamente
igual com a cultura da cana-de-açúcar. Hoje nesse país quase o 80% da
cana é cortada manualmente. Fontes e estudos oferecidos por
pesquisadores brasileiros afirmam que um cortador de cana-de-açúcar,
trabalhador por conta própria, deve produzir não menos de doze
toneladas para satisfazer as necessidades elementares. Esse
trabalhador precisa flexionar suas pernas 36,630 vezes, percorrer
pequenas distâncias 800 vezes carregando 15 quilogramas de
cana-de-açúcar nos braços e caminhar durante sua faina 8,800 metros.
Perde uma média de 8 litros de água por dia. Só na cana queimada se
pode alcançar essa produtividade por homem. É costume queimar a cana
de corte manual ou mecanizado para proteger o pessoal de mordidas ou
picadas prejudiciais, sobretudo para elevar a produtividade. Embora
exista uma norma estabelecida em um horário de 08h00 até 17h00 para
realizar sua tarefa esse corte por peças não é menos de 12 horas de
trabalho. Às vezes a temperatura atinge os 45 graus centígrados ao
meio-dia. Eu, pessoalmente, já cortei cana-de-açúcar por um dever
moral, do mesmo jeito que outros muitos companheiros dirigentes do
país. Lembro-me do mês de agosto de 1969. Escolhi um lugar próximo à
capital. Deslocava-me bem cedo todas as manhãs para esse lugar. A
cana não queimada era verde, de variedade jovem e alto rendimento
agrícola e industrial. Não parava um minuto durante quatro horas
consecutivas. Alguém se encarregava de afiar o facão. Nunca deixei
de produzir, no mínimo, 3,4 toneladas por dia. Depois tomava um banho,
almoçava, sossegava mente e repousava em um lugar próximo. Ganhei
vários reconhecimentos pela famosa colheita do ano 70. Tinha recém
completado 44 anos. O resto do tempo até a hora de dormir, o dedicava a
meus deveres revolucionários. Parei de fazer aquele esforço pessoal
quando me fiz uma ferida no pé esquerdo. O afiado facão penetrara na
bota protetora. O objetivo nacional era atingir os 10 milhões de
toneladas de açúcar e 4 milhões de toneladas de melaço,
aproximadamente, como subproduto. Nunca foi atingida aquela cifra,
apesar de termos nos aproximado. A URSS não tinha desaparecido, parecia
algo impossível. O período especial, que nos levou a uma luta de
superveniência e as desigualdades econômicas com seus inerentes
elementos de corrupção, ainda não tinham surgido. O imperialismo
pensou que havia chegado a hora de acabar com a Revolução. Também é
honesto reconhecer que nos anos de bonança aprendemos a desperdiçar e
não foi pouco o grau de idealismo e de sonhos que acompanharam nosso
heróico processo. Os grandes rendimentos agrícolas dos Estados Unidos
da América se conseguiram mediante a rotação das gramíneas (milho,
trigo, aveia e outros grãos similares) com as leguminosas (a soja,
alfafa, feijões, etc.) Estas dão nitrogênio e matéria orgânica aos
solos. O rendimento do milho nos Estados Unidos da América no ano
2005, segundo os dados da Organização das Nações Unidas para a
Agricultura e a Alimentação (FAO), alcançou 9,3 toneladas por hectare.
No Brasil só se produzem três toneladas desse grão na mesma área de
terra. A produção total contabilizada desse país irmão foi esse ano de
trinta e quatro milhões seiscentas mil toneladas, consumido
internamente como alimento. Não pode fornecer milho ao mercado
mundial. O preço desse grão, alimento principal de numerosos países da
área, quase se duplicou. O que aconteceria quando centos de milhões
de toneladas de milho sejam dedicados à produção de biocombustível? E
não mencionarei as quantidades de trigo, milho, aveia, cevada, sorgo e
outros cereais que os países industrializados usariam como fonte de
combustível para seus motores. Sem contar que é muito difícil para o
Brasil levar a efeito a rotação do milho com leguminosas. Dos estados
brasileiros que o produzem tradicionalmente, oito deles são
responsáveis de noventa por cento da produção: Paraná, Minas Gerais,
São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato
Grosso do Sul. Por outro lado, 60 por cento da produção de
cana-de-açúcar, uma gramínea que não pode rotar-se em outras culturas,
se realiza em quatro estados: São Paulo, Paraná, Pernambuco e Alagoas.
Os motores de tratores, máquinas para colheitas e os meios pesados de
transporte para mecanizar a colheita, gastariam hidrocarbonetos em
quantidades crescentes. O acréscimo da mecanização nada ajudaria para
evitar o aquecimento do planeta algo que está verificado por
especialistas que medem a temperatura anualmente desde há mais de 150
anos. O Brasil sim produz um excelente alimento especialmente rico em
proteínas, a soja: 50,115 000 toneladas. Consome quase 23 milhões de
toneladas e exporta 27,300 000. Será que uma parte importante dessa
soja vai se transformar em biocombustível? Em breve os produtores de
carne bovina começarão a se queixar que os terrenos semeados de pastos
estão se transformando em canaviais. O antigo Ministro da Agricultura
do Brasil, Roberto Rodrigues, importante defensor da atual linha
governamental, hoje co-presidente do Conselho Interamericano do Etanol,
criado em 2006 a partir de um acordo com o estado da Flórida e o Banco
Interamericano de Desenvolvimento (BID) para a promoção do uso do
biocombustível no continente americano, declarou que o programa de
mecanização da colheita da cana não gera mais emprego, pelo contrario
pode produzir um excedente de pessoal não qualificado. É sabido que os
trabalhadores mais pobres provenientes dos diversos estados são os que
vão para o corte da cana por máxima necessidade. Às vezes são pessoas
que têm de se afastar das suas famílias por meses. Era o que acontecia
em Cuba até o triunfo da Revolução, quando o corte e o carregamento da
cana era a mão e apenas existia a plantação e a transportação
mecanizada. Ao desaparecer o brutal sistema imposto a nossa sociedade,
os cortadores alfabetizados em massa, abandonaram sua peregrinação em
poucos anos e foi necessário substituí-los com centenas de milhares de
trabalhadores voluntários. Aliás, podemos acrescentar a isso, o último
relatório das Nações Unidas sobre a mudança climática, ao afirmar o que
acontecerá na América do Sul com a água dos glaciais e a bacia do
Amazonas na medida em que aumentar a temperatura da atmosfera. Nada
impede que o capital norte-americano e europeu financie a produção de
biocombustíveis, que até poderiam presentear fundos ao Brasil e à
América Latina. Os Estados Unidos, Europa e outros países
industrializados poupariam mais de 140 bilhões de dólares ao ano, sem
se preocuparem das conseqüências climáticas e da fome que afetariam,
em primeiro lugar os países do Terceiro Mundo. Sempre ficariam com
dinheiro para o biocombustível e para adquirirem a qualquer preço os
poucos alimentos disponíveis no mercado mundial. O que se impõe de
imediato é uma revolução energética que consiste nem só na substituição
de todas as lâmpadas incandescentes senão também a reciclagem em massa
de todos os eletrodomésticos comerciais, industriais, transporte e de
uso social que com as tecnologias anteriores precisam dois e três
vezes mais energia. Dói pensar que a cada ano são consumidos 10
bilhões de toneladas de combustível fóssil o que significa que cada
ano se dissipa o que a natureza demorou um milhão de anos em criar. As
indústrias nacionais têm pela frente enormes tarefas, para com isto
aumentar o emprego. Assim poderia ganhar-se um pouco de tempo. Outro
risco de tipo diferente que corre o Mundo é a recessão econômica nos
Estados Unidos. Nos últimos dias os dólares quebraram o recorde em
perda de valor. A maior parte das reservas em moedas conversíveis de
todos os países está constituída por essa moeda de papel e os bônus
norte-americanos. Amanhã 1º de Maio é um bom dia para oferecer estas
reflexões aos trabalhadores e a todos os pobres do mundo, junto com o
protesto contra algo também incrível e humilhante: a Libertação de um
monstro do terrorismo, justamente ao completar o 46º aniversário da
Vitória Revolucionária em "Praia Girón" (Baía dos Porcos). Prisão para
o algoz!
Liberdade para os Cinco Heróis!
Fidel Castro Ruz
30 de Abril de 2007

No sirve escribir en Cuba

Por Koldo Campos Sagaseta


*Yo no escribiría en Cuba*

Me pregunta un bodoque de esos que sintoniza la Cope si yo escribiría mi
columna en Cuba y, debo reconocerle, que no, que Cronopiando en Cuba no
podría ser.

Y es que en Cuba, afortunadamente, no es costumbre, ni siquiera ocasional,
que aparezcan todas las mañanas media docena de cadáveres cosidos a balazos
y tirados en calles y caminos, como en cualquier democracia americana, por
lo que todas las columnas en las que he denunciado el ejercicio del crimen y
su impunidad no tendrían sentido.

Tampoco los semáforos de La Habana, a diferencia de otras capitales
caribeñas y europeas, (inclúyase Madrid) convocan por las noches a niños y
niñas a inhalar pegamento u ofertar su sexo, por lo que los artículos que he
escrito sobre tan denigrante desvergüenza no tendrían en Cuba razón de ser.

En Cuba no tendría que estar lamentando y denunciando las matanzas escolares
tan en boga en otras sociedades vecinas, y tampoco iban ya a justificarse
columnas en que he denunciado costumbres tan poco edificantes de algunas
supuestas democracias como "retener" a los pacientes que no hayan satisfecho
los gastos de los centros privados de salud, o no dar asistencia a los
heridos que no acompañen la gravedad del caso de los dólares
imprescindibles, porque en Cuba educación y salud no son derechos virtuales.

Como lo mismo ocurre en relación a la vivienda, al trabajo, a la cultura y
el deporte, nada tendría que censurar en Cuba.

Y ninguna razón de ser tendrían los artículos en que he maldecido la más
aberrante de todas las violencias: la tortura. Esa por la que el Estado
español ha sido denunciado y condenado reiteradamente por organismos como
Amnistía Internacional o las propias Naciones Unidas; esa que en Guantánamo
se manifiesta como el mejor ejemplo del siglo de criminal cinismo, porque en
Cuba no hay tortura.

En Cuba no se asesinan monseñores, ni obispos, ni jesuitas, ni se violan y
asesinan monjas, ni se incendian embajadas, ni se desaparecen miles de
personas, ni se matan o secuestran periodistas, sindicalistas, maestros,
políticos, ecologistas y hasta diputados del Parlacén. En Cuba no se fusila
en las plazas, ni se reprime en las calles, ni se suicidan los presos, por
lo que las tantas columnas que he escrito en recuerdo de Arnulfo Romero, de
los jesuitas y las monjas estadounidenses asesinadas en El Salvador y
Guatemala, de los indígenas achicharrados en la embajada española
guatemalteca, de Chico, de los venezolanos asesinados en los "carachazos" de
Carlos Andrés Pérez, de los muertos en los "bogotazos" de la CIA, o en el
golpe de Estado del 11 de septiembre, o en el terror vivido en el cono Sur
donde se sigue reventando a los Mapuches, carecerían de otro sentido que no
fuera el testimonio ajeno.

En Cuba tampoco podría escribir nada al respecto de la desidia del Estado
ante la amenaza de fenómenos naturales, ante cualquier amenaza, ni pedir
explicaciones por ciudades anegadas a las que previamente se desarmó de
diques contra el agua, recursos y personal; ni exigir responsabilidades a
quienes permitieron la muerte de mil ciudadanos y la desaparición de otros
dos mil; ni insistir en que se sancione la posterior malversación y el robo
de fondos para ayuda de los damnificados.

Tampoco podría escribir sobre el funesto papel de sus multinacionales
depredando vidas y haciendas, transformando naciones en hoteles, haciendo
eso que llaman "las Américas", porque lo único, además de su ejemplo, que
globaliza Cuba son sus vacunas gratuitas, sus médicos y maestros
voluntarios.

Y como tampoco podría escribir en Cuba mis habituales columnas sobre la
perversidad publicitaria, las estafas inmobiliarias, la acumulación de
basura, las obras faraónicas, la venta del patrimonio nacional o la
inseguridad general, temo que, lamentablemente, en Cuba, como bien apuntara
el referido que me cuestionaba, Cronopiando no podría ser.

Así que, no pudiendo escribir mis Cronopiandos en Cuba, posiblemente me
dedicara a escribir poesía, teatro, novela. literatura, lo que no estaría
nada mal considerando el respaldo que el Estado cubano ofrece a los autores
y las ventajas de un medio cultural en el que la mezquindad, por mucha que
sea, no puede llegar a tanto.

Locura laboral en el capitalismo - ¡¡ Grande !! Alfredo

Lunes 30 de abril de 2007


“El fundamento del capitalismo es que el trabajador mantenga un grado suficiente de alienación; que ni siquiera se de cuenta del grado de alienación en el que está"



Entrevista a Alfredo Grande(*)





(*) Este prestigioso médico Psiquiatra y Psicoanalista habla sobre la alienación del trabajo dentro de la sociedad capitalista, expone su opinión sobre el motivo de las protestas de los trabajadores por mejores condiciones salariales y sobre el rol de la mujer en el campo laboral.



Por Débora Sayanes-Red Eco Alternativo

DS: El concepto de alienación del trabajo fue un término utilizado por Marx. A medida que la sociedad se transforma, dicho concepto también sufre variaciones. ¿Cómo podemos explicar actualmente la alienación dentro del sistema capitalista en el que estamos inmersos?
AG: La alineación tiene varios fundamentos, uno de ellos es que el trabajador no se encuentra con el producto de su trabajo, hay una distancia entre el trabajador como sujeto y aquello produce en su trabajo. Aparece como una disociación, una separación, una escisión y la alienación tiene que ver con eso, no saber por qué se está trabajando, ni para qué se está trabajando, ni quién se lleva eso.

Es la paradoja del albañil que no tiene casa, el que fabrica autos y anda en colectivo donde el trabajo lejos de ser algo que dignifique, es algo que aliena, que denigra. Esa situación tiene que ver con la expropiación de ese plusvalor que fue el gran descubrimiento de Marx; ese es el origen.

La alineación no es un reencuentro, es un desencuentro donde uno nunca se vuelve a encontrar con aquello que produjo y justamente esa situación no la resuelve la sociedad capitalista porque es la que la propone. El fundamento del capitalismo es que el trabajador mantenga un grado suficiente de alienación que ni siquiera se de cuenta del grado de alienación en el que está.

La situación en la cual el trabajador no solamente está alienado sino que desconoce ese estado, se llama Estado Benefactor, es aquel momento en que el capitalismo plantea una situación tan “benefactora” donde el trabajador ni siquiera tiene la motivación de pensar si lo están explotando, porque las necesidades básicas están satisfechas y un poquito mas; eso es lo que en algún momento de la Argentina se llamó aguinaldo.

Si con eso es suficiente estamos perdidos porque significa que se llega a un estado de equilibrio donde hay un grado de alienación que es soportable y es el momento actual de Argentina: capitalismo serio se puede traducir como aquel grado de alienación suficientemente tolerada. Es el momento en que el sistema capitalista se reconstruye, vuelve a ofrecer espejitos de colores, por ejemplo los planes trabajar. En algunas provincias no hay desocupación pero lo que el trabajador gana no le alcanza para vivir. Se da la paradoja de la pura alineación: no hay desocupación pero no alcanza para vivir.

La alienación no solo es un estado de degradación sino también de falsa dignidad: existen spot publicitarios que llevan a la reflexión de pensar que tan mal no estamos, incluso que estamos bien. Esta es la alineación, donde la cultura represora promueve un individuo restituido que baile por un sueño.

Yo planteo que hay tres registros que convienen discriminar: sometimiento, abuso y uso. En el abuso el sujeto toma conciencia de que en realidad está sometido. En el sometimiento no hay conciencia de tal, hay una cuestión inercial, “Dios proveerá”, “ Siempre que llovió paro”. En Diciembre del 2001 el sujeto pasa del sometimiento al abuso, aparece la idea del corralito donde el mérito de Cavallo fue ponerle nombre, la palabra es un significante fuerte, después vino el corralón, entonces ya este abuso es intolerable.

Una forma de salir de la alineación es recuperar el valor de uso, lo placentero, lo útil y lo agradable, inclusive lo estético. La desalienación es una práctica social, “Nadie sale del pantano tirándose de las orejas”, nadie se desaliena solo, al contrario cada vez te alienas mas.

Creo que el primero de Mayo es símbolo de la lucha contra esta alienación. La situación de relativo equilibrio que existe hoy en la Argentina es un riesgo para los que tenemos otra forma de pensar, hablo de los socialistas, anarquistas, comunistas, social cristianos, etc, y ¿Cuál es el riesgo? Creer que el gato es una liebre. La alienación no tiene conciencia, esa es la verdadera alineación.

DS: El 1° de Mayo de 1886, en Chicago los obreros que luchaban por una jornada laboral de 8 hs fueron violentamente reprimidos, a partir de allí se conmemora el Día del Trabajador. Actualmente la mayoría de las protestas que llevan adelante los trabajadores tienen que ver con mejoras salariales ¿Por qué crees que el individuo a pesar de estar en condiciones laborales lamentables solamente centre su lucha en un mejor salario? ¿Cómo entra en juego el factor miedo al desempleo?

AG: El miedo al desempleo es justamente pánico a la muerte, porque el desempleo es muerte.

La desaparición del Bloque Soviético hizo que el capitalismo fuera impune, lo que estamos viviendo es la impunidad del capitalismo, donde existe la explotación y la precarización que significa que el obrero trabaja y recibe solamente por las horas casi como un destajo, es decir, cobra por la producción y no obtiene ningún beneficio social. Esto es un momento de retroceso, es una de las tantas consecuencias de la derrota del movimiento obrero a partir de los noventa y a partir de allí, el derrotado negocia lo que puede.

El mayor problema es que hay desaparición del salario, recursos para dar un salario existiría si no hubiesen expropiado el petróleo o regalado la minería, por ejemplo.

Los que trabajan no están ligados a un salario; en general hay otras formas que tienen que ver con la nueva cultura tributaria o los honorarios. Los maestros están haciendo huelgas en Santa Cruz porque el básico es de 160 pesos, todo lo demás es en negro.

Es un momento donde la lucha es meramente reivindicativa. Las condiciones laborales son otras, el capital está invisibilizado, no sabes para quien trabajas porque todos son empleados. Es un nivel casi alucinatorio, el logo de la empresa se convirtió en el dueño.

En la época del capitalismo industrial todavía existían empresas, por ejemplo Zanón, porque un señor se llama Zanon. Ahora todo se transnacionalizó y eso es invisibilizarlo, no sabes contra quien tenés que pelear. La protesta perdió interlocutor, el escenario es vacío, donde los espectadores son agredidos y no saben a quién pelearle. En ese sentido es un circo romano donde el César no está y así los leones se comen a los leones. El capitalismo es una bestia voraz que se termina comiendo a sí mismo, es una especie de canibalismo.

DS: ¿Cuál pensás que es el rol que cumple la mujer hoy laboralmente?

AG: La primera vez que estuve en Cuba en los 80 decían que la que más se benefició con la revolución fue la mujer. Yo creo que hubo avances extraordinarios. Comenzó a ocupar otros espacios. La mujer pienso que avanza en los espacios de menos rentabilidad, el hombre se aleja, se va proletarizado por una sobre oferta de profesionales y deja espacios.

De todas maneras, el rol de la mujer fue en muchos sentidos mas protagonista que el hombre. Los piquetes, Teresa Rodríguez, Madres, Abuelas, por ejemplo. La mujer tuvo un nivel de rebeldía, de conciencia de clase y siempre tuvo un doble sometimiento, el de clase y el de mujer. El sometimiento de clase donde se empataba con el hombre, pero además otro, la explotación de género.

El riesgo es que la perspectiva de género se termine aburguesando, si bien la explotación de clase tiene en la de género un aditamento necesario, que la situación de género no termine invisibilizando a la explotación de clase. De la otra explotación de la mujer, la de clase, cada vez se habla menos, y de esta manera, el tema de los cartoneros o cartoneras pasa a ser un paisaje curioso, es una parte más.

Lo potente es que la perspectiva de clase y la de género funcionen en forma sincrónica, ni que la explotación de clase tape la de género ni viceversa.

Médicos se gradúan - Carlos Lage - Médicos de Almas - Fidel Castro y Hugo Chávez

Fidel y Chávez que son médicos de almas, médicos de pueblos, diagnostican con acierto las graves enfermedades del mundo en que vivimos y han dado la receta: Luchar

DISCURSO DEL COMPAÑERO CARLOS LAGE DÁVILA EN EL ACTO DE GRADUACIÓN DE MÉDICOS VENEZOLANOS COMO ESPECIALISTAS EN MEDICINA GENERAL INTEGRAL. CARACAS, 10 DE ABRIL DEL 2007

Querido y respetado Presidente Hugo Chávez

Autoridades del Gobierno Bolivariano

Médicos y Médicas que se gradúan como especialistas en Medicina General Integral

Compatriotas aquí presentes en representación de los miles de médicos cubanos que tienen el privilegio y el honor de vivir y trabajar junto al heroico y fraternal pueblo venezolano

Compañeras y compañeros:

La Revolución Bolivariana gradúa hoy 1013 médicos en la especialidad de Medicina General Integral, cuyo espíritu y compromiso hemos apreciado en las palabras y los rostros de ustedes. Nuestras felicitaciones en nombre de los cubanos y de Fidel.

Las médicas y los médicos que aquí se gradúan como especialistas, han tenido un programa de formación de rigor basado en la educación, en el trabajo, con dedicación exclusiva a aprender. La enseñanza ha sido tutorial. Participaron como tutores 1420 especialistas cubanos de Medicina General Integral.

Durante estos 2 años y medio, médicas y médicos venezolanos y cubanos han laborado juntos haciendo realidad la Misión Barrio Adentro, fortaleciendo los lazos de amistad y hermandad que unen a nuestros pueblos.

Se ha enseñado por unos y aprendido por otros en los Consultorios Populares, en los Centros Diagnósticos Integrales, en las Salas de Rehabilitación Integral, en los Centros de Alta Tecnología y en los Hospitales estatales. Cada graduado ha pasado la prueba de tres períodos docentes cada uno de 10 meses con evaluaciones continuas y un ejercicio estatal final para vencer los contenidos.

Numerosas actividades han desarrollado: identificaron los principales problemas de salud que afectan a las comunidades; se vincularon con facilitadores en las actividades docentes del premédico del programa nacional de formación de Medicina Integral Comunitaria y participaron activamente en la organización de las comunidades a través de los Comités de Salud.

A este programa que se inició en agosto del 2004 se suman además 916 jóvenes venezolanos que estudian actualmente la especialidad de Medicina General Integral en los consultorios populares de Barrio Adentro entre los que se encuentran 118 graduados de la Escuela Latinoamericana de Medicina, de ellos 19 trabajan hoy en tierras bolivianas ayudando a combatir las consecuencias de las inundaciones sufridas por ese hermano país.

La Especialidad de Medicina General Integral, ideada y desarrollada por Fidel desde los primeros años de la década del 80 permite una concepción integral de atención al ser humano en su relación con el ambiente y la comunidad. Cada uno de ustedes ya tiene las habilidades y el conocimiento para atender lo mismo a un niño, que a una mujer, que a un anciano. La especialidad que ustedes han alcanzado, permite dar solución al 90 por ciento de las enfermedades o dolencias que aquejan a los seres humanos.

Se gradúan con la convicción de estar comprometidos con su pueblo, con los necesitados de esta América nuestra y con todos aquellos hombres, mujeres y niños que requieran de servicios de salud en el mundo.

Hoy ustedes se gradúan como especialistas pero, no culminan sus estudios. Un médico ha de ser un estudiante eterno y más aún, la vida es un proceso permanente de educación y transformación y todo ser humano va aprendiendo, cambiando y si se lo propone, mejorando hasta el último latir.

Qué extraordinario privilegio el de un médico, aliviar el dolor, salvar vidas, conocer a los seres humanos, inspirar confianza, sembrar valores, alentar el espíritu.

Un médico revolucionario es aquel para el cual un enfermo no es un cliente, sino un paciente, un enfermo, no es su modo de vivir, sino su razón de vivir. Un médico revolucionario no gana dinero, gana vidas.

Un médico revolucionario es también un educador, educador en los mejores hábitos de vida, educador moral y social, educador en el ejemplo de su propia vida revolucionaria.

El médico es el profesional con más capacidad para transformar la conducta de sus semejantes. La ética es la virtud de la que cada mañana debe hacerse acompañar todo el que es médico. No la abandonen un solo minuto. Ser médico exige un corazón sensible para sentir propio el dolor de otros y fuerte para soportarlo.

El médico ha de preferir la solidaridad al egoísmo, la entrega a la desidia, la justicia al abuso, la felicidad ajena a la riqueza propia. Mientras más se consagren al trabajo, más disfrutarán el descanso, mientras más quieran a cualquier ser humano, más querrán a sus padres y a sus hijos, y más los querrán ellos a ustedes. No pierdan una sola oportunidad de hacer algo por alguien.

En el mundo capitalista se especula cínicamente con las necesidades humanas, y las leyes del mercado manipulan con el dolor de los pueblos.

Ser médico revolucionario es arrojar la costra de egoísmo y de valores inútiles que lastran la vida y no permiten ascender hacia la esperanza de los pueblos.

El médico Ernesto Guevara, en medio de la selva boliviana, escribió que "ser revolucionario es el escalón más alto de la especie humana", y también podríamos decir en honor a aquel médico sanador de males sociales, que ser médico en una Revolución es el escalón más alto de la especie revolucionaria.

Aún bloqueados sin acceso al 50% de los nuevos medicamentos que se producen en el mundo porque los fabrican empresas norteamericanas, Cuba ha alcanzado los mejores indicadores de salud de América Latina. La mortalidad infantil en Cuba es 5,3 por cada mil nacidos vivos; en América Latina: 26, cinco veces mayor. En menores de 5 años 7,1 en Cuba, en América Latina 31. La esperanza de vida al nacer en Cuba es de 77 años, en América Latina y el Caribe 72. La mortalidad materna 49,4 por 100 mil, en Cuba y en América Latina 94,7, casi el doble.

En Cuba tenemos 63 médicos y 80 enfermeras por 10 mil habitantes y en América Latina 18 médicos y 8 enfermeras.

¿Es un milagro ? No, es la consecuencia de una voluntad política, es el fruto de una Revolución, una prueba de lo que puede hacerse sin neoliberalismo, sin obedecer leyes ciegas del mercado, sin entregar las riquezas a las transnacionales, sin cumplir las órdenes del Fondo Monetario Internacional, o de Washington.

La mejor medicina para un pueblo es la Revolución, porque es el único camino para curar a la humanidad de todos sus males. Solo una Revolución puede sanar la grave enfermedad de la ignorancia, identificar con certeza el mal social y crear las condiciones para su solución definitiva.

Solo una Revolución puede hacer que todas aquellas cosas extraordinarias se transformen en cotidianas, que todo lo hasta ayer imposible, sea hoy posible.

Forma médicos y curarás personas. Forma médicos revolucionarios y salvarás pueblos.

La característica y la virtud principal de la medicina en una Revolución es que las personas no van al médico, sino que el médico va a las personas. Así es el médico revolucionario, no aquel que se sienta en la consulta a esperar por el paciente, sino aquel que va en busca del paciente, podríamos parafrasear con entero optimismo aquella famosa frase de Mahoma, y decir: Si el paciente no viene al médico, el médico irá al paciente.

Cuando damos salud a un ser humano a miles de kilómetros de la civilización, estamos acercando la Revolución al pueblo.

Estemos donde esté el dolor.

Poblemos cada rincón de nuestras Patrias, de América Latina y del mundo, de médicos cubanos y venezolanos, fruto de la lucha incansable, limpia, heroica, constante de nuestros pueblos.

Una Revolución genuina no avanza sola y sin ejercer la solidaridad, porque una Revolución no pertenece solo al país donde triunfa, una Revolución triunfa en el corazón de todos los revolucionarios del mundo que la sientan suya, y la abrazan como suya.

Martí dijo que la mejor medicina es la que precave y con el ejercicio de la especialidad de ustedes, se ejerce medicina martiana, porque nos adelantamos a los males y prevenimos las enfermedades.

Martí concibió al maestro ambulante y la Revolución Cubana y la Revolución Bolivariana lo crearon e hicieron más: crearon el médico ambulante, el caballero andante de la medicina, con o sin Rocinante, por los caminos de América.

Compañeras y compañeros:

La sociedad humana ha acumulado una inteligencia extraordinaria en todos los campos del saber. Viven hoy en un mismo tiempo histórico, muchos más científicos de lo que pudo reunir la civilización a lo largo de los siglos. La riqueza creada es más que suficiente para asegurar una vida saludable a los 6 mil millones de pobladores de este mundo. Comenzamos sin embargo a vivir en un milenio enfermo, donde la existencia humana está amenazada por guerras, enfermedades, cambios climáticos y por la perfidia de la potencia dominante.

Fidel y Chávez que son médicos de almas, médicos de pueblos, diagnostican con acierto, las graves enfermedades del mundo en que vivimos y han dado la receta: Luchar.

La única cura posible es que pongamos los infinitos recursos y conocimientos de que dispone el planeta al servicio de la humanidad, sin mezquinos intereses comerciales, ni egoísmos nacionales. En lograrlo estamos empeñados, venezolanos y cubanos y triunfaremos.

VIVA LA REVOLUCIÓN BOLIVARIANA

VIVA LA REVOLUCIÓN CUBANA

VIVA CHÁVEZ

VIVA FIDEL

Héroes presos por luchar contra el terrorismo, son cubanos.

Presentes Los Cinco en el corazón de millones de cubanos
Por Fidel Rendón Matienzo

La Habana, 1 may (AIN) Familiares de los cinco cubanos prisioneros en EE.UU. afirmaron hoy en la Plaza de la Revolución que estos luchadores antiterroristas estan en el corazón de millones de cubanos que desfilan por el Día Internacional de los Trabajadores.
Magaly Llort, madre de Fernando González, señaló que este Primero de Mayo debe hacerse sentir con mayor fuerza el reclamo popular de que el connotado terrorista Luis Posada Carriles vaya a prisión, y se haga justicia con su hijo y sus cuatro hermanos de lucha: Gerardo Hernández, Ramón Labañino, René González y Antonio Guerrero.
"Estuvimos desde temprano en la Plaza de la Revolución José Martí para desfilar como parte del pueblo de la capital", manifestó por su parte René González, padre de René, mientras Elizabeth Palmeiro, esposa de Ramón Labañino, valoró de muy significativo que la imagen de Los Cinco presida los actos por la efeméride, por ser ejemplos de abnegación, entrega y altruismo.
Para Roberto González, abogado y hermano de René, aunque a diario Los Cinco se sienten presentes en las escuelas, centros de trabajo, en los barrios, en los parques, en los mercados y en los hogares, sin dudas este martes su causa se hace sentir más allá de esos habituales espacios.
"Retumbarán las plazas, calles y avenidas cuando millones de compatriotas exijan libertad para René, Fernando, Ramón, Antonio y Gerardo, así como castigo para el terrorista Luis Posada Carriles por sus actos criminales", opinó el entrevistado.
Por su parte, Nuris Piñeiro, abogada de los familiares de Los Cinco, dijo a la AIN que no se podía esperar otra actitud del gobierno norteamericano al poner en libertad al asesino Luis Posada Carriles, y tal posición demagoga y de doble rasero una vez más el pueblo la condena en los actos y desfiles por el Primero de Mayo.
La jurista opinó que la administración de George W. Bush, la Agencia
Central de Inteligencia y el connotado criminal Posada Carriles son la misma cosa, y "no conviene mantenerlo en la cárcel, pues él conoce bien muchos planes criminales organizados por la CIA, la mafia cubano-americana y la propia Casa Blanca contra Cuba".
"La actuación de las autoridades judiciales de EE.UU. respecto al caso Posada Carriles evidencia cuán dependientes están del poder ejecutivo, que no hay un equilibro entre éste y la justicia, pues aquellas responden a los intereses políticos de quienes designan y nombran a los magistrados y les exigen sin apego a la ley", manifestó Piñeiro.
"Como abogada de los familiares de Los Cinco pregunto por qué Estados Unidos se empeña en mantener en prisión a estos luchadores antiterroristas, cuando se ha demostrado su inocencia y altruismo por impedir actos criminales contra los pueblos de Cuba y de la propia nación norteña", expresó la jurista.

Por último, subrayó que se honra con representar a Los Cinco, "quienes han sabido defender los principios de soberanía e independencia de nuestra Patria, esa necesidad de Cuba de vivir en paz y en tranquilidad, lo cual tratan de impedir hombres como Posada Carriles".

PRENSA LATINA- CABLE
Envían mensaje desde la cárcel estadounidense antiterroristas cubanos

La Habana, 1 may (PL) Los cinco antiterroristas cubanos presos desde
hace más de ocho años en cárceles norteamericanas enviaron hoy un mensaje a
su pueblo ratificando que nada los hará flaquear pues tienen certeza en la
victoria.

El documento, suscrito por Fernando González en nombre de todos sus
compañeros, fue leído a la multitud que participó en el desfile por el
Día Internacional de los Trabajadores realizado en la emblemática Plaza de
la Revolución, en esta capital.

Felicitamos esta demostración de unidad y la decisión de seguir
defendiendo la Revolución, subrayaron los cinco prisioneros.

Añadieron que el gobierno norteamericano, con su falta de voluntad
política para juzgar al terrorista Luis Posada Carriles, demuestra su
hipocresía y su propia participación en la política de terror ejercida
durante décadas contra Cuba.

Al agradecer la solidaridad con la demanda por su liberación de los
pueblos de Cuba y el resto del mundo, el mensaje aseguró que, en
futuras marchas por el primero de mayo, ellos estarán presentes junto a Fidel
Castro, Raúl Castro y la revolución.